
SEM CARISMA.
COM CONTEÚDO.
curso
Comunicar seus valores com afeto e intenção
Curso para quem não é escritora, nem blogueira, mas quer encontrar caminhos para comunicar melhor seus valores, resultados e aprendizados. Abrace a sua voz autoral.

Por que é tão difícil para uma mulher escrever sobre si e sua experiência?
Você não está sozinha no seu sofrimento para falar sobre seus projetos, suas conquistas, seus valores. É um mal que acomete especialmente as mulheres.
Fomos caladas por muito tempo. Celebrar e contar as conquistas do mundo da porta para fora é um aprendizado novo. Estamos construindo a história. Não porque não fizemos história antes - mas a narrativa nos foi roubada. Roubo de ideias, de textos. Necessidade de se esconder por trás de pseudônimos, sócios, maridos.
Quantas notícias surgem a cada dia de mulheres que tiveram seu trabalho roubado ou que ninguém contou a sua história? Estamos conhecendo agora as grandes mulheres do passado.
Por isso, todo texto escrito por uma mulher é subversivo. Porque assumimos o protagonismo de fazer e também de contar sobre o que fazemos.
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Tempo
✓ 2 encontros
✓ carga horária: 4hs
✓ Primeiro encontro: Teórico
✓ Segundo encontro: Teórico e prático

Entrega
✓ curso gravado
✓ caderno com dicas de escrita e das redes sociais
✓ referências
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Objetivo
Escrever quem você é, seus valores, ideias. De forma autêntica e orgânica. No seu tempo.

Ana Castro
Sócia-diretora da área de Impacto na Maria-Sem-Vergonha, Ana Castro é jornalista com larga experiência em redação de jornal e televisão. Trabalhou na Rede Globo por 12 anos, além da redação da revista Época, UOL, Pública. Recebeu 6 prêmios de jornalismo ao longo de sua carreira.
Nos últimos anos, desenvolveu projetos e se especializou na condução de jornadas de impacto social, pensamento estratégico para campanhas de mobilização, criação da Teoria da Mudança, storytelling e curadoria de conhecimento. Trabalhou com organizações como PNUMA, ONU Mulheres, Alto Comissariado da ONU pelos Direitos Humanos, Unicef, WWF, Ministério Público Federal, Congresso Nacional, Grupo Mulheres do Brasil, Plan International, Instituto Liberta entre outras organizações do terceiro setor, poder público e empresas.
Ana tem experiência em gestão de relacionamento entre diferentes stakeholders para construção coletiva de campanhas de impacto, tendo como elemento engajador a causa e pensamento de ecossistema para mudança social.
É doutora em Teoria da Comunicação, pela ECA - USP, ela co-dirigiu e produziu o documentário Coratio – sobre violência de Estado. Criadora do podcast Nakombi Cabe sobre singularidades e alteridades. Autora de três livros: Kaddish – Prece por uma desaparecida, biografia de uma desaparecida política; “A Minha Mãe Vira Bicho” e "Do outro lado do rio". Ativista dos direitos humanos, das crianças e das mulheres, co-fundadora do coletivo “Política é a Mãe”.
22 e 29 de novembro
19h30 às 21h30
módulos
01
Por que temos tanta dificuldade para comunicar quem somos e o que pensamos?
As mulheres não foram incentivadas a encontrarem sua voz autoral e a se colocarem no mundo. Vamos falar sobre as barreiras que enfrentamos.
03
Compartilhar a jornada
Ao relatar sua jornada como empreendedora, como mulher, você também se torna testemunha das mudanças sociais que quer provocar. Relatar sobre seu trabalho é mobilizar para a reflexão sobre o tema.
05
Seja sua própria referência - mas se cerque e se alimente de bons exemplos.
Você é a única pessoa que pode falar sobre o seu valor e seus projetos. A comparação mata a criatividade. Mas é importante colecionar boas referências. Também aprendemos por imitação.
02
Relacionamento: encontro com o outro
Comunicação é relacional. É na intersecção entre quem emite e quem recebe a mensagem que criamos uma nova possibilidade de compreensão do mundo, de elaboração de ideias.
04
Vulnerabilidade
O medo pede que deixemos as coisas como estão e que se for para mexer em algo, que seja para algo que temos controle. O medo nos limita. Como superar?
06
Não seja refém de métricas e dicas sobre as redes
Saiba como funciona cada rede social, aprenda sobre algoritmo, adquira conhecimento sobre a plataforma que você irá usar. Mas a lógica da escrita com propósito não deve seguir a lógica neoliberal.
Primeiro encontro
módulos
01
Para escrever é preciso escutar.
Observar, ouvir, ficar em silêncio. A comunicação também é feita da escuta.
03
Faça no seu ritmo.
A vida está acelerada demais. A escrita não deve ser mais um check que você precisa colocar na sua lista. Valorizamos o nosso ritmo.
05
Dizer o óbvio.
Eu sei que muitas vezes você quer escrever e trava porque pensa que vai dizer o óbvio. Mas, aquilo que você tem a compartilhar pode ser uma novidade para outra pessoa.
02
Você faz parte de algo maior.
A escrita como ferramenta de criatividade. E a criatividade como antena para se conectar com algo maior do que nós mesmas.
04
Antes de escrever: contexto e pensamento crítico
O mundo anda muito barulhento, cheio de gente falando e escrevendo. Antes de colocarmos no papel, quais perguntas devemos fazer a nós mesmas?
06
Escrever se aprende escrevendo.
Algumas pessoas tem um talento maior para a escrita. Infelizmente isso não quer dizer nada. A escrita é desenvolvida enquanto escrevemos. Persistência e suor.
Segundo encontro

